Deixo aqui um excelente hangout com o meu amigo, professor José Carlos Antonio, do blog Professor Digital sobre o uso de planilhas eletrônicas na Gestão da sala de aula. Vale a pena aproveitar esses recursos que temos à disposição para facilitar a vida do professor.
11 outubro 2015
Quer criar um blog?
Dicas importantes para criar e manter um blog na educação. (Nem sempre consigo seguir todas, a falta de tempo é meu problema.Mas fica a dica ! )
30 setembro 2015
Sinais
Um arco-íris sobre minha escola. Um sinal de esperança que não pode morrer na educação. Minha esperança está nas crianças, que um dia poderão mudar o que temos na sociedade de hoje . É para isso que trabalho. Essas crianças que no meio da tarde , do nada, te dizem "profe, eu te amo" ou "profe, sabia que você é legal?" . Essas crianças que passaram por ti faz anos e correm ao teu encontro nos corredores do colégio para dar abraços e dizer " que saudade" . Essas crianças quepedem para serem amadas, que trazem depoimentos às vezes tristes, de descaso e desatenção que a escola precisa preencher, muito além de conhecimentos. Não somos só professores. Somos diariamente psicólogos, enfermeiros, contadores de histórias, mágicos e por aí vai... Infelizmente perdi a esperança de mudanças em certas pessoas bem grandinhas. Essas que são capazes de se voltar contra os professores. Esses mesmos professores que lutam não simplesmente por salários(que são um direito) , mas por uma sociedade justa, digna e livre de mentes colonizadas. Minha esperança são as crianças e sempre vou acreditar que a mudança é possível, senão estarei morta, embora existindo.
04 setembro 2015
Tempos bicudos
Tudo na vida pode ser visto de vários pontos de vista, pode servir para o bem ou para o mal, até mesmo uma crise. Não saberíamos o valor do bem, se não houvesse o mal, nem o bom da alegria, sem experimentar a tristeza. Não buscaríamos soluções criativas, se não houvesse o aperto. Não aprenderíamos a valorizar o que temos se não sentíssemos a falta ou o risco da perda. Mas ninguém gostaria de aprender nada pela dor, se podemos aprender pelo amor.
Os últimos tempos e acontecimentos estão me trazendo um sentimento de desalento. Divergências são saudáveis, mas o que se vê não são diálogos, só ódio. Não há ponderação, apenas extremismos. Não há compaixão com o outro, cada um olhando só o próprio umbigo. Numa crise assim a gente aprende também a conhecer as pessoas. Saber quem é quem. E a desilusão toma conta de mim ao ler tantos pensamentos pequenos.
Não seria melhor mudar o foco para a busca de soluções em vez de apontar culpados? E soluções justas, que beneficiem todos e não só alguns? Eu quero uma luz no fim do túnel. Eu quero manter a esperança, entrar na sala de aula, ajudar a construir seres humanos melhores, acreditar na mudança possível e no final do mês receber o que mereço pelo meu trabalho, assim como todos tem o direito. Eu quero ver as pessoas sendo respeitadas na sua dignidade. Ver o dinheiro público no lugar certo, não nas mãos de poucos que se adonam do que não é seu. Que sociedade é essa em que políticos eleitos para servirem o povo se apropriam dos bens comuns e ainda conseguem fazer com que esse mesmo povo brigue entre si para defendê-los? Estamos vivendo uma guerra .Guerra que mata com tiro, com o trânsito, com os nervos. Tempos duros, em que pouco se vê de humanidade entre os que se dizem humanos.
31 agosto 2015
Metodologias Ativas e Tecnologia Digital
Tive o prazer de acompanhar esse hangout com o Professor José Manuel Moran durante uma viagem a Porto Alegre. Enquanto aguardava o ônibus, acessei a internet na sala vip da UNESUL, o que mostra que a internet nos oferece muita flexibilidade de tempo e espaço para aprendizagem. Aproveitem o uso dessa ferramenta hangout on air que além de permitir o acompanhamento pelo you tube em tempo real, podendo interagir pelo chat, ainda deixa o evento gravado para assistir posteriormente. O professor Moran sempre foi fonte de inspiração para mim. Diz ele nessa oportunidade " O professor nem sempre tem coragem de inovar, ousar, por medo de errar ou ser avaliado" . O professor Moran sempre me incentivou nas minhas práticas inovadoras, com o que fico imensamente grata. Viva a tecnologia!
24 julho 2015
Palestras com Educadores na Semana Pedagógica
Durante a Semana de Formação Pedagógica ministrei palestras para os educadores em Nova Bassano e em Bento Gonçalves, que envolveu escolas de toda a 16ª Coordenadoria de Educação. O tema desenvolvido foi a relação entre a Prática Educativa e a Educomunicação, Durante o encontro, socializei práticas educomunicativas, que serviram de inspiração e reflexão sobre os objetivos da Educomunicação , que tem como meta educar através da comunicação mediada pelas mídias. Ensinar a ler criticamente os meios de comunicação de massa, dar voz aos alunos, permitir a autonomia, autoria, protagonismo, foram alguns itens refletidos através de experiências mostradas com rádio escola, blogs, jornal escolar, produção de audiovisuais e redes sociais. Para abrilhantar e contextualizar ainda mais o tema, os alunos da Escola de Ensino Médio Mestre Santa Bárbara estiveram presentes mostrando o talento e potencial dos jovens.Os alunos do Colégio Colbachini gravaram um vídeo com depoimentos sobre experiências realizadas na escola Os professores demonstraram muito interesse, sede de aprender e avaliaram positivamente o encontro.
Foi um desafio selecionar entre tantas boas experiências realizadas para socializar e a intenção foi provocar, instigar, desafiar para a mudança. Tenho motivos para me preocupar, mas também para comemorar. Primeiro porque pude confirmar que ainda não é corriqueiro o uso dos recursos tecnológicos de forma adequada e até mesmo há desconhecimento em geral das possibilidades que os mesmos oferecem, no que se refere às questões metodológicas. Mas o meu otimismo se justifica pela reação dos colegas, demonstrando sede de aprender e se encantando com as práticas mostradas.
Durante muitos anos venho me debruçando na pesquisa dentro dessa área e colocando em prática em sala de aula o uso dos recursos midiáticos com o intuito de dar voz aos meus alunos, fortalecendo habilidades de aprender a aprender. e mais que isso, sempre que posso compartilho essas experiências para colaborar com outros educadores na construção de mudanças na educação.Essas foram oportunidades que eu espero que resultem em mais iniciativas nas salas de aula.
No final da palestra uma professora se aproximou e entregou-me um bilhete com três citações bíblicas, dizendo que viu isso em mim: "Tudo é possível ao que crê"; "Sê forte e corajoso";" Outra vez vereis a diferença entre os que servem a Deus e os que não..." Fiquei surpreendida e emocionada. Creio que consegui passar o meu recado de diferentes maneiras, mas enfim, sim, de fato, é preciso coragem, força, esperança , foco e objetivo . É preciso defender um projeto de mundo antes de qualquer coisa para ser um educador consciente e que haja com planejamento , coerência e seriedade. Agora, vamos às férias, que ninguém é de ferro.
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| Palestra em Nova Bassano, com professores municipais e estaduais |

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| Com o coordenador e a coordenadora adjunta da 16ª CRE, Leonir Razador , Marinês Tomansini, a diretora do Colégio Colbachini, Firleia Guadagnin Radin e a professora e amiga Neiva Morello Michelin |
Para guardar no coração
Recebi através do facebook de uma ex-aluna. Por essas e outras que eu amo ser educadora.
"Hoje é o aniversário de uma pessoa muito especial, minha primeira professora, Profe Marli.
Lembro do primeiro dia de aula, que eu cheguei chorando e olhei pra ti, você estava com uma cara de quem sabia que eu iria dar trabalho. Lembro das brincadeiras na quadrinha. Lembro de quando você se afastou da escola por 15 dias, veio uma substituta, mas mesmo assim eu faltei todos os dias. Lembro da homenagem do dia das mães que a gente fez. Lembro do dia que nós te maquiamos e depois falamos que você estava parecendo uma bruxa. Lembro do dia que morreu a Maely e nós duas choramos muito. Lembro bem deste dia, o dia da formatura, quando chegou a hora de nos despedir, eu fui ao teu encontro, te abracei e as duas choraram novamente. Lembro de tudo, de todos nossos choros, de todos nossos sorrisos, lembro de cada momento vivido ao teu lado.
Depois mais crescida, na terceira série você foi de novo minha professora, eu continuava chorando e você sempre me apoiando, dizendo que tudo iria passar e passou.
Talvez você não tenha tempo para ler, mas gostaria muito que soubesse o bem que fez e continua fazendo para as pessoas. Você fez parte da vida de muitos e eu sou uma deles.
Te admiro muito Profe!! Feliz aniversário, tudo de bom na tua vida. ♡♡♡"
Lembro do primeiro dia de aula, que eu cheguei chorando e olhei pra ti, você estava com uma cara de quem sabia que eu iria dar trabalho. Lembro das brincadeiras na quadrinha. Lembro de quando você se afastou da escola por 15 dias, veio uma substituta, mas mesmo assim eu faltei todos os dias. Lembro da homenagem do dia das mães que a gente fez. Lembro do dia que nós te maquiamos e depois falamos que você estava parecendo uma bruxa. Lembro do dia que morreu a Maely e nós duas choramos muito. Lembro bem deste dia, o dia da formatura, quando chegou a hora de nos despedir, eu fui ao teu encontro, te abracei e as duas choraram novamente. Lembro de tudo, de todos nossos choros, de todos nossos sorrisos, lembro de cada momento vivido ao teu lado.
Depois mais crescida, na terceira série você foi de novo minha professora, eu continuava chorando e você sempre me apoiando, dizendo que tudo iria passar e passou.
Talvez você não tenha tempo para ler, mas gostaria muito que soubesse o bem que fez e continua fazendo para as pessoas. Você fez parte da vida de muitos e eu sou uma deles.
Te admiro muito Profe!! Feliz aniversário, tudo de bom na tua vida. ♡♡♡"
22 julho 2015
Pela passagem do meu aniversário!
Queridos amigos! Queria ter tempo de responder a todas as mensagens recebidas pela passagem do meu aniversário.Senti...
Posted by Marli Fiorentin on Terça, 21 de julho de 2015
28 junho 2015
Escritores e obras ao alcance dos olhos e do coração
Vivenciei na semana que passou, a 12ª Feira do Livro na escola .Quando eu era uma leitora criança e adolescente, o escritor era um ser inacessível, mitológico, um deus distante. Que bom que ainda estou vivendo para desconstruir essa ideia e mais que isso, tenho tido o privilégio e a sorte de poder conviver com essas pessoas maravilhosas. Melhor ainda, saber que nossas crianças e jovens estão se tornando leitores com a aproximação do escritor da obra lida. Obrigada pelos momentos compartilhados, meus queridos amigos. Essa semana foi pra lá de especial. Obrigada pela generosidade em partilhar vossa arte que nos torna pessoas melhores.
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| Com Tabajara Ruas |
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| Com Marcelo Spalding |
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| Com João Pedro Roriz |
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| Com Eliandro Rocha |
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| Com Andre Neves |
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| Com Maria Inez Flores Pedroso |
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| Com Antonio Schimeneck |
14 junho 2015
Sobre minhas impressões e memórias do VI EDUCOM e III EDUCOMSUL
Nos dias 10, 11 e 12 ocorreu o VI Encontro Brasileiro de Educomunicação e III EducomSul , na PUCRS , em Porto Alegre. Eu participei, como integrante do NTE da 16ª CRE, de Bento Gonçalves. Foi um evento com excelentes apresentações e participações versando sobre o tema dessa edição: Diversidade e Educomunicação, tecendo saberes e integrando práticas.
Seria necessário mais tempo para compartilhar os muitos saberes e emoções desses 3 dias, mas deixo registrado o que mais me marcou.
Encontrar, conhecer pessoas novas que vem agregar coisas boas à nossa vida , reeencontrar outras com que temos afinidades e reforçar laços, desvirtualizar aquelas que já faziam parte de nosso universo via mundo virtual, mas que carecia daquele abraço e olho no olho, tudo isso pude vivenciar nesses dias e recarregar minha alma de uma energia necessária para seguir a luta de educar de forma inovadora que os tempos atuais exigem. É por isso que tiramos fotos, colocamos nas redes sociais, fazemos questão de mostrar o lado bom dessa rede que pode unir em prol de uma boa causa.
Sobre os temas abordados e práticas compartilhadas, foi tanta riqueza que senti pena de não poder estar em todos os espaços. Por várias vezes me emocionei e talvez a causa maior disso acontecer é percerber que não estou sozinha naquilo que penso, naquilo que busco, naquilo que é possível realizar com amor e afeto.
Educomunicação, como eu a entendo a partir do que sabia e do que vi por lá, são ações que permitem aos membros das comunidades educativas desenvolverem habilidades de comunicação, através dos meios midiáticos, de forma democrática, protagonista e autoral, para se sentirem representadas no meio em que vivem, empoderadas, incluídas. Nas palavras do precurssor da Educomunicação no Brasil, Ismar de Oliveira Soares, "Educomunicação serve para fazer as pessoas, cujos direitos o sistema infringe, serem felizes". Dentre essas, estão quase sempre as pessoas de raça negra, indígena ou com outra opção sexual, ignorados pela grande mídia ou aparecendo como sulbalternos, baderneiros ou estereotipados, assunto debatido na Mesa Redonda Diversidade de Gênero e Etnias. Para o professor Ismar, "a educação formal não dá espaço para a pessoa se construir/reconstruir, se autoreconhecerem, por sua vez, a Educomunicação tem transformado a vida das crianças e jovens oprimidos."
Segundo o cineasta Joel Zitto Araújo , a TV brasileira trabalha pelo "branqueamento" do Brasil, haja visto que poucas foram as personagens negras atuando como protagonistas em novelas, só pra citar um exemplo e deixou no final de sua fala um questionamento: Como descolonizar nossas mentes?A liberdade de expressão é um direito humano, o ato de comunicar é político. Dar voz aos alunos, promover o protagonismo juvenil pode mudar vidas, como vimos em diversos depoimentos que emocionaram a todos. O processo de comunicação tem trazido mudanças nas políticas públicas. Basta ver o fenômeno das redes sociais e seu alto poder de dessiminação de ideias.
O uso das tecnologias no viés da educomunicação surge como um contraponto à grande mídia, que não dá espaço à diversidade.
Dar voz aos alunos , só para citar alguns exemplos , pode ser através da rádio e jornal escolar, de um blog, de redes sociais, de produções audiovisuais que representem o meio em que vivem. Dar voz aos alunos é abrir espaço para produções autoriais e autonomas. Segundo o professor Ismar, a autonomia, não no sentido de independência e marketing, mas no sentido de participação como sujeito social, gera o protagonismo que proporciona a solidariedade e a participação comunitária, conjunta.
Diversas pesquisas mostradas durante o evento revelam a maioria esmagadora de jovens que possuem celulares (smartphones) mesmo nas comunidades mais pobres. O jornalista educomunicador Romolo Tondo, em sua pesquisa compara o celular ao cordão umbilical e revela as relações afetivas que estão relacionadas a ele , pois vem carregado de contatos, músicas, imagens. É preciso que os educadores levem isso em conta e utilizem o potencial das ferramentas. Nesse mesmo relato, foi realizada uma experiência com o celular fazendo o registro fotográfico da comunidade dos alunos. usando a câmera como uma "extensão do olhar".
É preciso que olhemos para as tecnologias como estratégias para envolver os alunos e dar a eles oportunidade de mostrar seus talentos, muitas vezes escondidos, para desfazer medos e revoltas, mostrando que é possivel, através das diversas formas de expressão, revelar os valores que cada um tem. Torna-se imprescindível realizar uma segunda alfabetização para tudo isso poder acontecer. Trata-se da Leitura Crítica das Mídias.
Da Mesa Redonda Educomunicação, Educação Integral e Políticas Públicas destaco algumas falas. A professora Jaqueline Moll , da UFRGS, disse que "O exemplo do Mais Educação e a Educomunicação nos mostram que é possível transformar as práticas escolares. As práticas educomunicativas na escola integral ajudam na construção que tira os alunos da invisibilidade. É preciso reiventar o currículo; criar tempos, espaços e oportunidades educativas. Não é possível que a gente olhe para nossos estudantes e enxergue apenas futuros operários, eles podem ser poetas, artistas, empresários, a escola precisa ampliar o leque de oportunidades a oferecer"
Lúcia Alvarez, da UFMG, lembrou que "O desafio é romper com uma cultura escolar baseada no isolamento, fragmentação e passividade de seus sujeitos. A educação integral precisa promover a apropriação dos espaços e sua identidade, transformando os lugares,criando sentido de pertencimento. A cidade não pode ser vista apenas como espaço de violência, mas de encontro, troca, um território educativo"
A Profa. Leila Schaan, do setor pedagógico da Secretaria de Educação do Estado do RS, falou sobre práticas e projetos de institucionalização da educomunicação nas escolas do RS. A Seduc/RS lançará até o fim do ano o Portal do Educom Tchê, no intuito de oferecer formação aos professores. Isso de fato me agradou muito e espero que se concretize. Está na hora de "integrar" as tecnologias às práticas como estratégias de aprendizagem e comunicação, passou da hora de remodelar o currículo, tornando-o mais vivo
Por tudo isso podemos perceber que o uso das tecnologias deve estar amparado por um projeto que vai além perpetuação de velhas de práticas disfarçadas de modernidade. As tecnologias estão aí para servirem de canal de expressão dos sujeitos, como um direito de terem espaço e valorização, de poderem ser vistos pelo que melhor sabem fazer e contribuir na construção da sociedade plural e solidária.
Fiz um pouco da cobertura da forma possível, pelo meu twiter https://twitter.com/marlifiorentin e pelo facebook https://www.facebook.com/marli.fiorentin usando a hastag do evento #6educom3sul
URLs do evento ou ligadas à Educomunicação:
Página no Facebook
Blog do evento
Site da ABPEducom
Viração
Guia Juventude e Comunicação
Portal do Jornal Escolar
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| Momentos da Mesas Redondas, com excelentes reflexóes. |
| Participação dos jovens educomunicadores. |
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| Uma das salas de relatos de experiência do EDUCOM, essa sobre documentários e rádio escolar. |
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| Eu, com colegas da 16ª CRE, com representação dos vários setores da mesma. |
Você que esteve lá ou não, quer contribuir agregando ideias a esse post? Fique à vontade!
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