31 agosto 2006

Novidades - Chegou o Blogger Beta

A empresa Google agora gerencia o blogger e tem novidades. Na versão Beta, tem várias modificações. Podemos mexer no template, mudando cores, inserindo textos , imagens , etc. Só entrei para dar uma espiadinha, mas gostei dos recursos. Achei que facilita para quem não sabe html. Para entrar na versão Beta é preciso utilizar a senha e login do gmail. Ainda não podemos migrar os nossos bloguitos pra lá , mas acho que em breve será possível pelas informações que tive. Também parece que é possível manter o blog privativo, somente para convidados que entram com senha. Porém ainda não testei. Experimente, tente , invente. Depois vamos opinar se veio pra melhor ou pior.

23 agosto 2006

Matéria na revista A Rede

Publicar (na rede) ajuda a ensinar e a aprender

15 de agosto de 2006

Professores apostam no potencial pedagógico dos blogs, como incentivadores do hábito de escrever – com correção e com conhecimento do tema – além de estimular o debate e desenvolver o senso crítico. O edublogs proliferam no país, em diversos níveis de ensino e em todas as camadas sociais.

Leandro Quintanilha

Os blogs surgiram nos anos 90 como um ícone da liberdade de expressão na internet. Hoje, essas páginas de livre publicação contam com cerca de 48 milhões de adeptos – e ainda mais prestígio. É que, além de serem fáceis de usar e democráticos por natureza, os blogs se revelam, agora, promissores aliados virtuais dos professores. Na era da inclusão digital, os edublogs representam uma espécie de vanguarda teórico-pedagógica, adaptável a qualquer disciplina, nos diversos níveis de ensino, em todas as camadas sociais. Leia mais aqui.

16 agosto 2006

Livro Clip


Sou defensora número 1 do livro. Não poderá existir jamais objeto mais tentador, que nos faz "estar só e ao mesmo tempo acompanhados"(Quintana) . Gosto do cheiro de livro, novo ou velho. Gosto de acariciar o livro, me debruçar sobre ele lendo, como "fazendo amor com as palavras"(Rubem Alves). Mas foi-se a época só do livro de papel. Agora a literatura começa a povoar esse nosso mundo cibernético, graças a Deus. E vejam só que maravilha de recurso para divulgar a idéia, ganhar leitores. O livro Clip, no Canal do Livro . E pra quem tem criatividade e paixão, a idéia não pára por aí. Vejam só que beleza de trabalho as minhas colegas Gládis e Fabrícia realizaram lá em Joinville, adaptando para o power point e utilizando o slide.com .

12 agosto 2006

O outro lado da moeda

Com preocupação e tristeza registro aqui o lado negro do mau uso dessa ferramenta fantástica que é a internet. Um jovem gaúcho, de Porto Alegre se suicida e anuncia em seu blog, discute e planeja o suicídio num grupo de discussão e ainda é incentivado por outros internautas. Uma jovem do Canadá, ao perceber, liga avisando à polícia, que chega ao local tarde demais. Trágico demais. Lamentável. Talvez mais um motivo para aumentar a resistência à mídia eletrônica, da parte de algumas pessoas. A internet não é boa ou má em si mesma. O problema é o uso que se faz dela. Suicídios acontecem todo dia. Acaba, virando banalidade. Mas um suicídio, por acontecer nessas circunstâncias, gera questionamentos. Mais um motivo para refletir o uso racional ,e nós , educadores temos um papel muito grande nessa conscientização dos jovens. Será um erro demonizar a internet. É preciso discutir se u uso , suas possibilidades. Matéria completa no Jornal Zero Hora, aqui.

03 agosto 2006

geração Alt Tab

Muito interessante a entrevista de Nelson Preto na revista A Rede, sobre a inclusão digital.

"...a meninada tem um jeito alt-tab de ser. O jeito alt-tab de ser é esse de processar múltiplas coisas simultaneamente; então, no momento em que o jovem processa múltiplas coisas simultaneamente, leva em frente uma dimensão de construir o pensar que é diferente de uns tempos atrás.E essa diferença tem uma relação direta com esses elementos tecnológicos do mundo contemporâneo. Apropriar-se dessas tecnologias como uma mera ferramenta, do meu ponto de vista, é jogar dinheiro fora. Colocar computador, recursos multimídia e não sei mais o quê para a mesma educação tradicional, de consumo de informações, é um equívoco. Ou nós trazemos essas tecnologias com a perspectiva de modificar a forma de como se ensina e de como se apreende — e isso significa, fundamentalmente, entender a interatividade e a possibilidade da interatividade como sendo o grande elemento modificador dessas relações —, ou vamos continuar formando cidadãos que são meros consumidores de informações. O que nós precisamos— e essa é a chave do que eu defendo — é formar cidadãos produtores de cultura e de conhecimento. E, para isso, a tecnologia é fascinante."
Leia a entrevista completa aqui.