Conheça a experiência da rede escolar de Santa Catarina, que usa a tecnologia para oferecer aos alunos experimentos reais nas aulas de ciências naturais.
Opine no fórum de discussão proposto por Mariana Maggio, especialista em teconologia educativa. (em espanhol)
E vem mais por aí...
27 set Ao vivo! Tendências para educação
integral - Maria Estela Bergamin (Cenpec) e Cleuza Repulho (Sec.
Educação de São Bernanrdo e Undime)
28 set Ao vivo! Lixo eletrônico: desafios do século XXI - Maira Begalli, Felipe Fonseca e Marcelo Braz
29
set Ao vivo! Desafios da mobilidade: uso de laptops, tablets e
celulares na educação - Renata Aquino e Edson Nascimento dos Santos
30 set Relações entre o Verbal, Visual e Sonoro na Era Digital: a influência dos novos suportes - Entrevista com Lucia Santaella
Participe das atividades virtuais gratuitas! Tudo isso de graça , no VI Encontro Internacional Educarede. E nem precisa viajar até a Espanha ou qualquer um dos outros países participantes para interagir com educadores e trocar muitas ideias inovadoras. Tenha uma atitude 2.0!
O Livro Didátido na Era Digital
Ana Teresa Ralston, da Abril Educação, Gabriela Dias, da editora
Moderna, e Mary Lane Hutner, do Projeto Folhas, falam do futuro do
material didático.
Usando a Fotografia nas Salas de Aula Como trazer a fotografia
para dentro da sala de aula e da realidade do jovem. As fotógrafas Thais
Antunes e Lia Coldibelli mostram como aproveitar esse recurso.
Minha Terra
Conheça o projeto Minha Terra e interaja por meio do fórum de discussão
sobre como as redes sociais podemaproximar as pessoas e auxiliá-las a
compartilhar narrativas.
Oficina de Moodle
Participe do intercâmbio de experiências sobre o uso do Moodle. Manuel
Rubia propõe um marco inicial para diferentes conteúdos e
apresenta recursos e ideias de atividades.
Aconteceu já:
21 set O Livro Didático na Era Digital - Maria do Carmo Branco e Mauricio Pereira (editora Saraiva)
22 set Experimentação Remota - Juarez Bento Silva 22 setAo vivo! Atitude 2.0 aprender é compartilhar - Ana Teresa Gavião, Gustavo Anitelli e Regina Helena Alves da Silva (UFMG)
23 setAo vivo! Protagonismo Juvenil - com Claudemir Viana, Maria Emilia Cappa e Pedro Markun
Esse texto foi publicado no site Digestivo Cultural pelo escritor Marcelo Spalding , que cita nele o meu miniconto.
Os leitores que me acompanham há tantos anos aqui no Digestivo
sabem que não gosto de falar de mim, de meus livros, etc, mas me
permitam nesta coluna contar a história da Revista Veredas, um site hoje
dedicado ao miniconto que surgiu no longínquo ano de 1998 e dura até
hoje, sendo uma referência no gênero.
O surgimento remonta ao tempo em que eu ainda estava na escola,
Ensino Médio, e ao lado de um amigo, Rodrigo Link, resolvemos editar
uma revista de literatura para publicar os textos de nossos colegas de
escola. O primeiro texto inédito, feito a quatro mãos, se chamava “100
coisas para fazer antes que o mundo acabe”, ironizando aquela histeria
do fim do mundo na virada 99/2000. Bem, aquelas primeiras edições eram
feitas em HTML no Bloco de Notas, depois em Front Page com seus
inconfundíveis frames, hoje tão grosseiros.
Daí em diante, terminamos a escola, eu fui fazer Jornalismo, ele
seguiu para a Física, mantive a newsletter primeiro semanal, depois
mensal (um pouco inspirado no sucesso do Cardoso Online), e quando
entrei no mestrado e comecei a estudar o miniconto resolvi mudar a cara
da revista, convidando a querida Ana Mello para ser editora.
Certo, e por que lembrar disso agora? Acontece que nesse mês de
agosto aconteceram dois fatos marcantes para a Veredas e para nós:
primeiro, chegamos a 1000 minicontos publicados, textos dos mais
variados autores, das mais variadas cidades, do Brasil e de Portugal.
Todos os textos são enviados pelos próprios autores e, na grande
maioria, são inéditos. Segundo: a revista Veredas foi parar nas páginas
de um livro didático como referência de minicontos. Sim, foi no “Viva
Português”, de Elizabeth Campos, Paula Marques Cardoso e Sílvia Letícia
de Andrade, da Editora Ática.
Episódios como esse são interessante porque evidenciam como, aos
poucos, aquela geração que conheceu fascinada a internet discada e
montou os primeiros sites de cada assunto vai se tornando parte da
história (são pessoas que navegavam no Netscape e faziam buscas no
Altavista, participavam de chats no ZAZ e trocavam mensagem com amigos
no ICQ). E como aqueles sites, antes marginalizados num sistema de
comunicação de massa, têm se institucionalizado.
Voltemos ao Veredas de hoje e seus mil minicontos. O miniconto, como
se sabe, é um gênero que encontrou grande aceitação na internet, onde
tudo é muito rápido e as pessoas não têm tempo (ou paciência) para ler
textos longos. Muitos perguntam qual o limite de tamanho do miniconto,
mas prefiro não falar em limites, e sim pensar na necessidade do texto:
se um texto pode ser completo e ainda causar um efeito no leitor com
dez linhas, duas linhas, duas palavras, ótimo! Senão, sem problemas, vá
adiante e faça um conto, o importante é não forçar, cortar, espremer
uma história em determinado número de linhas apenas por questões
formais.
Entre os mínis do Veredas há alguns bem curtos, como um dos destacados pelo livro:
NÃO FICAREI SOZINHA, de Eduardo Oliveira Freire
A boneca escondeu-se na mala onde estava guardado o enxoval de casamento da amiga. CLIMA, de Tamara Rosa
Ela chuva, ele sol.
Este último, aliás, foi produzido por uma aluna da escola Ruben
Darío, de Sapucaia do Sul, o que nos deixa muito satisfeito, pois além
de editar a Revista, a Ana Mello e eu (além da Laís Chaffe) promovemos
diversas oficinas de minicontos, inclusive uma inesquecível no SESC
Copacabana (Rio de Janeiro) de onde saiu essa pérola: DEPOIS, de Fábia Schnoor
Gostava que mexessem em seus cabelos.
Lembrava que estava vivo e de como a infância e o câncer tinham ficado para trás.
Gosto muito desses mínis curtos, certeiros. Cortázar dizia que
enquanto o romance vence por pontos, o conto vence por nocaute. Pois o
miniconto deve vencer por nocaute no primeiro soco do primeiro round.
CONSOLO, de Valesca de Assis
Às vezes a mãe fica nervosa e me põe de castigo e me chama de menino
malvado. Então, antes de chorar, tiro do bolso um papelzinho onde ela
limpou o batom e beijo o beijo dela.
ALÍVIO, de Marli Fiorentin
Ana acordou num sobressalto de madrugada. Ainda meio adormecida,
custou a entender, em meio a vozes alteradas e choros: "Pedro morreu".
Escorregou devagar para baixo das cobertas. Imóvel, respiração presa,
temia ouvir que tinha sido engano. Era bom demais para ser verdade.
Esse primeiro soco pode demorar um pouco mais, exigir alguma atenção
para fisgar o leitor, até porque fazer rir é mais fácil do que
emocionar. Vejamos esse exemplo de Leonardo Brasiliense, um premiado
minicontista e frequente colaborar da Veredas: SOLIDARIEDADE, de Leonardo Brasiliense
Numa esquina da avenida mais movimentada, às sete da noite, o
sinal fica verde, entretanto a carroça do papeleiro não se mexe. Os
motoristas começam a buzinar. O papeleiro agita as rédeas, faz um som
esquisito com a boca, e nada adianta. O cavalo empacou. Os motoristas,
já numa fila de incontáveis faróis e buzinas, com o que lhes resta de
forças depois de mais um dia cansativo e estressante em seus escritórios
e repartições, gritam, xingam, amaldiçoam. O papeleiro, por sua vez,
com o que lhe resta de fôlego depois de mais um dia de sol pelas ruas
da cidade, os braços fracos de abrir lixeiras desde as seis da manhã,
desce da carroça empunhando um cabo de vassoura e grita, bate, espanca.
E o cavalo, com o que lhe resta de si depois de mais um dia que ele
nem sabe que passou, com a fome de hoje somada à de ontem e anteontem
que o deixam lerdo e confuso, ajoelha-se, de olhos fechados, como quem
reza para morrer.
Ou este, de Wilson Gorj, outro contumaz escritor de minicontos, colaborador do Veredas e autor de diversos livros: INFLÁVEL, de Wilson Gorj
Só transava com prostitutas. Na milésima transa, algo espantoso
aconteceu. De repente, sentiu o corpo esfriar, mas de tal maneira que
sua parceira acreditou tê-lo matado de prazer. O homem não se mexia
mais: boca e olhos abertos para o nada.
Acabara de sofrer uma transmutação. Sua pele mudara de textura. Parecia borracha.
No lugar de músculos, apenas ar.
A relação com a poesia também está sempre presente, seja pela forma,
seja pela subjetividade. Mas o miniconto, diferente do poema curto,
requer uma narrativa, uma sucessividade e, acima de tudo, deve causar um
efeito no leitor. OLHAR ANIMAL, de Luiz Eduardo Amaro
Observou-a com olhos de lobo.
Aproximou-se com olhos de lince.
Atacou-a com olhos de águia.
Suplicou-lhe com olhos de poodle.
Retirou-se com olhos de burro.
Ela nunca assistia ao Animal Planet.
Evidentemente nem todos os mil e tantos minicontos da Veredas
figurariam numa edição em livro, digamos assim, da própria revista. Mas
talvez esse seja outro mérito da internet, a diversidade: há estilos,
formas e conteúdos dos mais variados. O editor de uma revista web não é
como o editor de um livro: o editor de um livro seleciona poucos entre
muitos, enquanto o editor web filtra muitos entre muitos, ampliando e
incentivando a participação do leitor, mas garantindo credibilidade
para a revista que edita.
Enfim, escrevo este texto e repito aqui o endereço da Veredas não
para pedir mais leitores, mas para pedir que você envie seu texto para
nós e ajude a formar esse mosaico minimalista e plural: www.veredas.art.br. Marcelo Spalding Porto Alegre,
30/9/2011
Você sabe o que é Cartografia dos Sentidos? Regina Helena Alves apresenta uma nova percepção da cidade, por meio dos sentidos: pele, nariz e boca, no VI Encontro Internacional Educared Te convido a fazer a inscrição na Rede do Encontro e se juntar ao grupo para aprofundar o assunto e discutir ideias inovadoras.
O VI Encontro Internacional Educared está a todo vapor. Educadores de cerca de 14 países discutindo inovação em educação com o tema Atitude 2.0: aprender é compartilhar. Faça seu cadastro e entre nos grupos de seu interesse. Compartilhe conhecimentos. Na semana de 19 a 23 de setembro acontecerão as seguintes discussões:
Ponencia por
Ana Teresa Ralston (Abril Educação),Gabriela Dias (editora Moderna),
Maria do Carmo Branco e Mauricio Pereira (editora Saraiva) sobre o
material didáctico no entorno 2.0.
¿Tienes un
proyecto educativo que te gustaría poner en marcha? ¿Necesitas contactar
con docentes o escuelas de otros países? Te proponemos este espacio
para que encuentres a tu socio ideal y promovamos entre todos la
cooperación educativa.
O vídeo acima é de autoria da querida amiga Sônia Bertocchi, que o compartilhou na rede do VI Encontro Internacional Educared . Baseado nas ideias do Curso Uso do Blog como Recurso Didático, do qual sou tutora no Portal Educarede, o vídeo mostra a importância do blog para a prática pedagógica, a necessidade de um planejamento que defina com clareza os objetivos para o qual a ferramenta será utilizada.
Sônia lançou duas questões no grupo que está mediando:
Por que todo professor deveria ter um blog?
Quais as aprendizagens que o blog pode proporcionar?
São tantas as razões que eu vejo para eleger o blog como uma ferramenta pedagógica , que não caberiam em poucas linhas. Desde 2005 utilizo-o em projetos pessoais e com alunos, tanto que não é à toa que meu blog-mãe se chama Blogosfera Marli.Primeiro acho que o professor que exercita autoria, está dando um bom exemplo aos seus alunos, compartilha conhecimento, contribui para sua autoformação criando comunidade em rede onde se realizam trocas, tornando o espaço de encontro e comunicação.Penso que antes de desenvolver com alunos trabalho via blog, todo professor deveria ser um blogueiro, ter seu blog pessoal. Projetos desenvolvidos com blog favorecem a autonomia, competências para o trabalho colaborativo, autocrítica, construção do próprio conhecimento, entre tantas vantagens. Vou discutir mais essa questão no grupo no site do encontro.
Convido a todos para se agregarem ao grupo aqui http://encuentro2011.educared.org . Aqui nesse link vocês encontram todos os grupos. O cadastro é simples e rápido. É uma oportunidade ímpar de ter contato com educadores de outros países e discutir estratégias inovadoras na educação.
A Microsoft Parceiros na Aprendizagem desenvolveu a Pesquisa Escolar “Parceiros na Aprendizagem”, já aplicada em diversos países do mundo e agora disponível para o Brasil, para auxiliar a medir e desenvolver o ensino e aprendizado do século 21 em sua escola. A equipe gestora e os professores respondem a questões relativas a práticas inovadoras que a escola adota, tendo , de forma confidencial o resultado em 48h em forma de relatório que irá medir o índice de utilização das TICS.
A ideia é ajudar a escola a analisar a sua realidade e formas de trabalhar habilidades para o século XXI. A pesquisa é gratuita e apenas a escola terá acesso aos dados. Para saber mais detalhes acesse o site http://www.pilsr.com, e, no canto superior da tela, à direita, mude o país para “Brazil”, para ler em português.
Num momento em que tanto se pregam as mudanças na prática pedagógica, avaliar o nível de inovação ou até mesmo a falta dela, é o primeiro passo para dar-se conta das necessidades de repensar e planejar ações que de fato possam tornar o fazer pedagógico inovador, de acordo com as exigências da sociedade moderna.
Vídeo excelente, que mostra a realidade dos dias atuais em relação à tecnologia com uma explicação científica. Por que no Brasil o povo tem tanta afinidade com redes sociais? Veja e reflita. Texto é do Rafael Parente.
Por essas e outras que iniciei um trabalho com todos alunos do colégio em que trabalho sobre Cidadania Digital.
Estão abertas as inscrições para a 3ª turma de 2011 do Curso de Blog como Recurso Didático do qual sou tutora desde 2009. O curso é gratuito e tem duração de 6 semanas. É composto por 4 módulos em que os cursistas planejam e constroem um blog educacional, interagem, aprofundam conhecimentos sobre aprendizagem e tecnologia. Se você se compromete com a proposta e dispõe de um tempo para isso, inscreva-se! Mas vá logo, porque as vagas são limitadas.Inscreva-se aqui.
O VI Encontro Internacional Educarede acontecerá presencialemnte em Madri, Espanha nos dias 20,21 e 22 de setembro, mas no presencial iniciou em 01 de setembro. Nesse endereço http://encuentro2011.educared.org você pode se inscrever e participar de uma rede em que muitos profissionais de vários países interagem e trocam ideias e experiências, além de poder acompanhar online o evento.
O tema desse Encontro é Atitude 2.0: aprender é compartilhar. Achei bem oportuno esse tema que nos leva a refletir sobre o papel de cada um no uso das tecnologias. Ferramentas existem aos montes, nem damos conta de estarmos sempre atualizados no uso de muitas delas. Mas de nada adianta uma web interativa se a nossa mente se fecha nos antigos paradigmas. O que impulsiona a tecnologia são as pessoas. A tecnologia tem que estar a serviço da humanização e não o homem estar a serviço da máquina. Se temos uma atitude aberta, em que compartilhamos conhecimentos, ensinamos e aprendemos de forma colaborativa, podemos construir uma educação diferenciada.
Essa matéria foi publicada no portal Educared, mais especificamente pelo Grupo Educar na Cultura Digital . Nela eu participo falando sobre a experiência no Curso de Blog como
Recurso Didático com os jornalistas educomunicadores do qual sou tutora. Confiram! Para ler a matéria na fonte clique aqui.
Mariana Jansen
Entre
17 e 19 de agosto aconteceu, em Salvador, o Encontro Anual de
Coordenadores de Programa Jornal na Educação da Associação Nacional de
Jornais (ANJ), que promoveu debates sobre o potencial das ferramentas
tecnológicas nas iniciativas educacionais desenvolvidas pelos jornais
associados. Priscila Gonsales, do Educarede, esteve presente em um deles
e falou sobre os projetos Grupo de Estudos e Minha Terra.
A
ANJ fomenta o diálogo entre os veículos de comunicação e as escolas
brasileiras, por meio do projeto Jornal e Educação desde 2005. Hoje, o
programa está presente em todo o país, somando 63 iniciativas
implementadas por empresas de comunicação que atuam em 6.800 escolas
participantes. Um exemplo de programa bem sucedido é o Ler e Pensar,
de fomento a leitura e cidadania, realizado pelo jornal Gazeta do Povo,
que foi vencedor do prêmio Jovens Leitores, promovido pela Associação
Mundial de Jornais e editores de Notícias (WAN).
Nos meses de junho e julho, um grupo de jornalistas do projeto da ANJ
participou do curso Educarede “Blog como Recurso Pedagógico”. Apesar de
não serem professores, esses ‘educomunicadores’, como são chamados, são
atores fundamentais de um movimento que busca usar o conteúdo
jornalístico como ferramenta de aprendizado na sala de aula.
Jornalismo Educativo
Contribuir na formação de cidadãos críticos e conscientes de sua
realidade é o objetivo do projeto Jornal e Educação. A iniciativa busca
chamar a atenção de professores para a importância de considerarem as
notícias da atualidade no processo de ensino e de aprendizagem, além de
incentivar a produção de textos jornalísticos pelos alunos. Cristiane
Parente, coordenadora do Projeto Jornal e Educação, explica que o
projeto trabalha o conceito de educomunicação. “A educomunicação propõe
uma relação igualitária entre quem produz e quem recebe conteúdo e uma
postura reflexiva diante das mensagens que recebemos através dos meios
de comunicação”.
Como ressalta
Cristiane, os profissionais envolvidos no projeto da ANJ começam a
enfrentar o desafio de incorporar em suas atividades os recursos das
tecnologias digitais, tão presente no cotidiano dos estudantes. Por
isso, participaram com entusiasmo do curso online no Educarede. “O blog é
uma ferramenta extremamente importante para democratizar informações,
para estimular a autoria dos alunos e para incentivar atividades
colaborativas”, explica Cristiane. “É importante que o jornalista se
insira na realidade da internet para que tenha o entendimento de que não
é o único produtor de conteúdo informativo. Por ser a web interativa, o
jornalismo vem sendo feito de forma mais participativa.” explica a
tutora do curso, Marli Fiorentin.
Tecnologia a favor da informação
Durante o curso ministrado pelo Educarede, os jornalistas aprenderam a
apostar nos blogs como plataforma que pode agregar valor às suas ações.
Durante as aulas, um dos participantes montou o blog
‘leitura.compipoca’, destinado às pessoas que gostam de compartilhar
informações sobre literatura e cinema. Já o ‘Escrever, pra quê?’,
também criado no curso,dialoga com quem gosta de escrever e quer trocar
figurinhas com outros aspirantes a escritor.
Marli
acredita que a digitalização dos meios informativos e consequentemente,
o uso de instrumentos tecnológicos em sala de aula é vantajoso para a
aprendizagem. “Com as ferramentas digitais interativas, os alunos podem
ser sujeitos ativos, construtores do próprio conhecimento, aprendendo de
forma colaborativa, em rede, mudando o paradigma da transmissão,
centralizada apenas no professor”, explica a educadora.
Outro projeto que une educação, jornalismo e tecnologia é o 'Primeras Noticias',
projeto realizado pelo Educarede da Espanha, que disponibiliza em seu
site, material informativo de leitura online, oferecendo não só textos,
mas também conteúdo interativo, como imagens e vídeos, aproveitando os
recursos da web.