22 abril 2007

Acessibilidade


Caro visitante, você já ouviu falar em acessibilidade na internet? Num tempo em que se prega a inclusão digital, é necessário lembrar que "todos" devem ter direito ao conhecimento, inclusive as pessoas portadoras de necessidades especiais. Para que isso seja facilitado existe uma série de recomendações que os criadores de páginas html devem observar. Já podemos encontrar sites que disponibilizam esse recurso. Um exemplo disso pode ser conferido aqui, clicando no link "versão acessível". Prestem atenção!
A acessibilidade pode servir a quem tem:
1. Incapacidade de ver, ouvir ou deslocar-se, ou grande dificuldade - quando não a impossibilidade - de interpretar certos tipos de informação.
2. Dificuldade visual para ler ou compreender textos.
3. Incapacidade para usar o teclado ou o mouse, ou não dispor deles.
4. Insuficiência de quadros, apresentando apenas texto ou dimensões reduzidas, ou uma ligação muito lenta à Internet.
5. Dificuldade para falar ou compreender, fluentemente, a língua em que o documento foi escrito. 6. Ocupação dos olhos, ouvidos ou mãos, por exemplo, ao volante a caminho do emprego, ou no trabalho em ambiente barulhento.
7. Desatualização, pelo uso de navegador com versão muito antiga, ou navegador completamente diferente dos habituais, ou por voz ou sistema operacional menos difundido.
Para saber mais sobre o assunto acesse o site Acessibilidade Brasil.

20 abril 2007

Ufa!

Resolvido o problema. Nessas horas vale a pena as noites em claro estudando html. Estou analisando a possibilidade de mudar para a nova versão, que facilita a utilização das ferramentas , mas blog é que nem filho, a gente se apega. Mas quem sabe dia desses eu resolva mudar.

Problemas no blog

Gente!

Estou tendo alguns problemas com o blog. O lado da personalização caiu lá pra baixo e estou mergulhada no código html pra ver qual burrada eu fiz, mas estou levando "um baile", como se diz aqui no Sul. Espero poder resolver logo. Peço paciência a meus visitantes.

19 abril 2007

Revista Carta na Escola divulga edublogs

A Revista Carta na Escola publicou matéria sobre o uso dos edublogs na educação e faz citação a este blog. Agradeço à referência e espero que possa servir de inspiração a outros educadores.

Rede de Edublogs

Blogueiros
Educadores exploram a internet como ferramenta pedagógica e meio de comunicação com outros profissionais da área

Por Michel Daoun, repórter de Carta na Escola

Com a intenção de despertar o interesse dos alunos por projetos que envolvam o conteúdo em sala de aula, os chamados edublogs vêm conseguindo o seu objetivo com eficácia em determinados projetos. Uma das primeiras iniciativas de sucesso ocorreu em 2005, quando a professora de Português Marli Fiorentin criou o Vidas Secas. O projeto, além de estimular o interesse dos alunos pela obra de Graciliano Ramos, fez com que alunos, da Escola Estadual Padre Colbachini, em Nova Bassano(RS), também se preocupassem com o uso correto da ortografia, pois estariam sujeitos à vigilância gramatical de seus colegas.
De lá para cá, os edublogs ganham mais adesões e funcionalidades – atrativos para professores e pedagogos, que escrevem para toda a comunidade envolvida com educação. Carta na Escola selecionou alguns, que podem ser conferidos nesta página. Há muitos outros facilmente encontrados nos links indicados nos próprios blogs.

CONTOS DA ESCOLA
http://www.contosdaescola.net/

Um dos edublogs atualizados com mais freqüência, aborda diversos assuntos relacionados à educação. Todas as notícias, coletadas em outras mídias, são postadas seguidas de um comentário da própria autora, Débora Batello. Qualquer comentário postado é classificado em uma categoria (Notícias, Ensino e Tecnologia, Entrevistas, etc). Com isso, por meio de um menu, é possível acessar somente os posts relacionados à categoria selecionada.


LOUSA DIGITAL
http://lousadigital.blogspot.com/
Links, vídeos do You Tube, dicas de leitura e pequenos textos publicados pela autora do blog, Sonia Bertocchi, compõem o Lousa Digital, um espaço pra “reflexão coletiva sobre o uso pedagógico da internet”.

LEITURA E ESCRITA NA ESCOLA
http://leituraescola.blogspot.com/

Além de textos voltados ao professor, este blog traz propostas que podem ser trabalhadas em sala de aula, principalmente com textos, imagens e vídeos. Há também sugestões de literatura e links para utilização em atividades pedagógicas.


INTERNET E WEB NA EDUCAÇÃO
http://internetnaeducacao.blogspot.com/

Uma coletânea com muitos edublogs e sites voltados à área de educação. Há também blogs específicos de matérias escolares e temas como informática na educação. Para inserir um site, é necessário participar da comunidade Blogs Educacionais. ( O link para entrar nesse grupo está disponível no próprio blog.)

BLOGOSFERA M@RLI
http://blogosferamarli.blogspot.com/

Muito conhecido entre os blogueiros da educação, o edublog da professora gaúcha Marli Fiorentin tem um pouco de tudo. São artigos, entrevistas, dicas para professores e links para os blogs utilizados por Marli no trabalho com seus alunos.
FAÇA O SEU BLOG
Alguns provedores oferecem gratuitamente ferramentas para usuários criarem seus blogs na rede:
www.uol.com.br/blog
http://www.blig.com.br/
blog.terra.com.br

14 abril 2007

Feira Internacional de Software Livre

O professor Ezequiel publicou essas imagens do evento que está acontecendo em Porto Alegre em 12, 13 e 14 de abril, a FISL, paralelamente ao 8º Fórum Internacional de Software Livre. Nas imagens, uma realidade que já está acontecendo. Crianças que estão fazendo parte da experimentação do projeto OLPC (um computador por criança) da Escola Fernanda de Abreu, participam do evento, dando um show. Agora fica no ar uma pergunta que não quer calar.
De que adianta pesquisadores, estudiosos no assunto descobrirem e trazerem novidades de 1º mundo, projeto OLPC do governo federal em experimentação, se as políticas públicas a que as escolas estão sujeitas direcionam para o fechamento dos laboratórios de informática e as condições para formação dos educadores estão cada vez mais distantes e desestimuladas pelos órgãos governamentais dos estados?


11 abril 2007

Blog e Interação

Blogar é interagir. O blog perde o sentido se ignorarmos essa característica que lhe é inerente. O diferencial dessa ferramenta é justamente o poder que tem de abertura para o diálogo. Blogamos e estamos expondo nossas idéias para o mundo. Idéias que nem todos precisam aceitar , mas podem questionar, avaliar, sugerir, acrescentar conhecimento. Ainda precisamos nos educar muito para uma cultura da participação. Basta observar o número de visitas que os contadores dos blogs revelam e que são infinitamente menores que o número de comentários deixados. Mesmo assim, saber que um mundo de gente visita nosso blog , já é um grande estímulo para continuar. Ninguém gosta de blogar só pra si. Entre os blogueiros precisa existir a cultura também da solidariedade. Retribuir visitas, linkar blogs amigos, formando uma rede é a lógica que deve reger a blogosfera. Sugiro aqui que visitem e deixem comentários aqui no blog e em todos os outros que puderem visitar. Hoje dou a sugestão dos blogs do professor João Santucci, colega extremamente comprometido com a qualidade da educação e que felizmente, aderiu à turma blogueira. Sala de Aula , Plenário Virtual , Geociências , Espaço Pedagógico . Bom passeio! Não esqueçam de comentar!

10 abril 2007

Ferramenta de imagem

Tenho andado tão sem tempo para buscar ferramentas na net, mas hoje resolvi tirar um tempinho para brincar com esta. Basta cadastrar- se no site http://www.picturetrail.com/ . O site hospeda imagens e oferece modelos de slideshows para serem exibidos como no exemplo abaixo. Para parar as imagens, aproxime o mouse e clique sobre as fotos para ampliá-las.Muito fácil e divertido! Ninguém é de ferro !

Cool Slideshows

06 abril 2007

Para ler, pensar e discutir

Alguns dos maiores problemas para a aplicação das tecnologias na educação, são resistências de professores, por desconhecerem o assunto, falta de espaço para que profissionais habilitados desenvolvam o trabalho de formação, limitações de ordem técnica. Este artigo da Dra Betina Van Staa coloca de forma muito fiel a situação que ocorre em muitas escolas. Vale a pena ler!
Como criar um ambiente favorável para a tecnologia na sua escola

O educador aprende quando se sente “tocado”, quando encontra espaçopara que sua experiência se converta em fonte de saber (Hernández e Sancho, 2006).

É possível fazer com que a tecnologia educacional se torne parte do currículo de qualquer escola? Essa é uma das grandes perguntas a que professores, diretores e pesquisadores de todo o mundo estão tentando responder. Há especialistas que questionam até mesmo se as escolas e seus professores estão minimamente preparados para utilizar essa nova tecnologia no seu cotidiano (Ramal, 2000; Faria, 2002; Kadel, 2006-07; Kay, 2006). Por outro lado, já existem muitas experiências que nos revelam que é possível realizar essa integração da tecnologia ao currículo de uma escola de uma maneira bastante significativa para todos os envolvidos. O importante é criar um ambiente favorável à disseminação das novas práticas pedagógicas que surgem com a tecnologia.
Antes de tudo, é importante ter clareza sobre um ponto: quando se pensa em tecnologia educacional, temos que levar em conta que não existe uma tradição de uso dos atuais recursos tecnológicos na escola. Os professores de hoje não tiveram mestres que utilizassem computadores e Internet em suas aulas, portanto, não têm nenhum modelo para imitar. O uso da tecnologia necessariamente transforma as práticas pedagógicas existentes em uma escola, pois cada professor tem de descobrir como e quando utilizar o recurso (Cavallo, 2004; Kadel, 2006-07). Nenhuma transformação pode ocorrer sem o devido envolvimento do professor (Hernandez e Sancho, 2006-07).
A seguir, apresentamos uma maneira como muitas escolas estão conseguindo realizar uma integração significativa da tecnologia ao seu currículo, a partir do momento em que oferecem recursos disponíveis para sua comunidade:

1 — Incentivo ao trabalho dos “desbravadores”

Professores, como muitos outros profissionais, têm rotinas de trabalho intensas, repletas de obrigações muito variadas e horários rígidos. Não se pode imaginar que, só por terem acesso à Internet, a portais e a softwares (em algum lugar da escola ou em casa), eles vão conhecer as novidades e sair aplicando todos os recursos com seus alunos.
Esses profissionais precisam de incentivo, apoio e tempo para se interessarem pelas possibilidades que a tecnologia oferece. Alguns precisam de mais tempo, mais apoio e mais incentivo para compreender o real valor da tecnologia para o desenvolvimento da sua prática pedagógica.
Quem pode exercer esse papel de incentivar e dar apoio aos professores de uma escola para o uso da tecnologia educacional? Vamos chamar essas pessoas de “desbravadores” da tecnologia. São indivíduos que têm interesse em descobrir as aplicações para os recursos disponíveis e que sabem ensinar outras pessoas a utilizá-los. Podem ser coordenadores e professores de informática ou de outras áreas, ou até alunos (Riel e Becker, 2000; Smith, 2006-7).
Repare em sua escola: Quem são esses desbravadores? Eles têm a oportunidade de oferecer apoio ao corpo docente de modo a promover a integração da tecnologia ao currículo? Estão sendo incentivados a fazer isso?

2— Divulgar os resultados

Trabalhos realizados com recursos tecnológicos ficam registrados e freqüentemente podem ser divulgados com facilidade em sites do professor ou da escola, blogs, CDs ou outros instrumentos. Em ambientes que favorecem o uso da tecnologia, os professores têm prazer em partilhar e divulgar os trabalhos dos seus alunos, atitude que indica que confiam no próprio trabalho e permite que os mestres aprendam uns com os outros a partir da troca de experiências.
Não há nada mais significativo que ver o resultado de um trabalho de qualidade, que contou com o empenho de professores e alunos. Se um professor criou um blog ou um site que motivou os alunos, ele merece ser partilhado. Se os alunos criaram trabalhos digitais sobre algum assunto relevante, eles devem ser divulgados. Se foram produzidos jornais ou livros, eles devem ser lidos.
Se um colega fez um trabalho interessante, por que não tentar também? O momento em que surge esse questionamento é o mais propício para o desbravador ajudar diferentes professores a desenvolverem novas práticas pedagógicas. Esse é o momento em que o professor descobre que o resultado de um trabalho que envolve tecnologia pode ser interessante. Provavelmente, agora ele só precisará de um pouco de ajuda para realizar um outro trabalho também muito interessante com o auxílio dos novos recursos que tem à sua disposição. A escola não pode perder essa oportunidade.
Preste atenção se sua escola incentiva a divulgação de diferentes trabalhos realizados pelos professores com seus alunos. Essa divulgação é bem recebida pelo corpo docente e discente?
Uma escola está visivelmente avançando quanto ao uso da tecnologia quando se percebe que há cada vez mais professores utilizando os recursos, com liberdade para criar seus projetos e desejando partilhar idéias com os colegas. É isso que se entende por integrar tecnologia ao currículo.
Por Dra. Betina Von Staa