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20 abril 2016

Eu, presente no 4º SENID


Estou participando do 4º SENID, Seminário Nacional de Inclusão Digital, na UPF, em Passo Fundo. O tema dessa edição é a Liberdade Digital de Aprender . Numa das oficinas  Redes Sociais na Internet para Educadores, criamos uma fan page no facebook e eu resolvi criar a minha Blogosfera Marli para divulgar  as postagens de meus blogs nas redes sociais.  Então, curtam a minha página por lá. Clica  na imagem,entra na página e clica na palavra CURTIR. 


  






07 março 2016

Novos botões do facebook



Recentemente o facebook passou a disponibilizar  botões de reação às postagens, como mais alternativas ao tradicional curtir, que nem sempre refletia a realidade. Para entender mais cada um dos ícones, leia aqui no site do Tech Tudo. 

21 dezembro 2015

Sobre Redes Sociais


As dicas abaixo eu reproduzo do Blog do Sakamoto, muito pertinentes, nesses tempos de redes sociais nem sempre bem utilizadas.

Dez dicas para não ser um leitor-cobaia nas redes sociais
Dez dicas rápidas para você, leitor de redes sociais, não ser enganado na guerra cotidiana por corações e mentes que esta deflagrada na internet. Porque, em uma guerra, a verdade (se é que ela ainda existe) é sempre a primeira vítima:
1) Olhe sempre a data do texto – Há muita gente que, por inocência ou sacanagem, reposta links antigos como se o fato tivesse acabado de acontecer. Como o momento em que um fato ocorre é importante para a sua compreensão, a impressão que fica é que o problema se repete por incompetência de alguém num eterno Dia da Marmota.
2) Anônimo é coisa do capeta – A chance de uma denúncia anônima e sem a fonte da informação circulando no WhatsApp ser séria é a mesma de um jabuti escalar um poste de luz sozinho. Se recebeu, demonstre nojinho e desconfie.
3) Fora de contexto, sem chance – Quando alguém tenta desacreditar uma ideia, pinça uma frase ou uma imagem fora de seu contexto e a utiliza para construir seu argumento. Como parte das pessoas foi condicionada a agir como gado diante do discurso de quem confia, acaba acreditando no novo significado que o sujeito tentou impor com essa descontextualização. Ou seja, na dúvida, Google nele.
4) Não seja otário, leia – Ler um texto até o final é fundamental. O título, a foto e legendas não são capazes de trazer toda a complexidade de um argumento. Se não tiver tempo para ler, não compartilhe ou curta. Você pode, sem querer, estar difundindo uma peça de racismo ou de violência contra a mulher.
5) Desconfie dos argumentos de autoridade – Não é porque o Papa ou a Bispa Sônia disseram algo que você tem que acreditar. O mesmo vale para o presidente da sua associação de moradores ou o diretor do seu sindicato. Exija confirmação dos fatos ou vá atrás dela.
6) Cuidado com falsa relações de causa e consequência – Um fato que acontece depois do outro não necessariamente foi causado pelo primeiro. O atropelamento de um pônei não é, necessariamente, a causa de uma tempestade. Da mesma forma, a chegada de imigrantes não é necessariamente a causa de desemprego.
7) Não se deixe levar por quem escreve bonito – O texto pode até estar te xingando de uma forma doce e você nem vai perceber se não observar atentamente o significado das palavras que o autor escolheu. Além disso, fique atento: não é porque a pessoa escreve com certeza absoluta no que diz que está certa.
8) Cuidado com os sites fantasmas – Não é porque um site publicou um assunto com uma abordagem com a qual você concorde que ele é honesto ou faz bom jornalismo. Procure um “quem somos'' ou um “expediente'' e veja quem trabalha lá. Se não encontrar, desconfie.
9) A imagem nem sempre vale mil palavras – Até uma criança não alfabetizada é capaz de manipular uma foto com aplicativos online. Então, por que você acredita que uma imagem é uma prova irrefutável de um argumento? Ao mesmo tempo, ao editar um imagem, deixando partes dela de fora, exclui-se desafetos ou cria-se a impressão de multidões onde elas não estavam.
10) Leia coisas com as quais discorda – Não é porque você não concorda com o que um texto bem fundamentado diz que ele não merece ser lido. Considere que o mundo é mais complexo do que você pode imaginar e que a pluralidade de ideias, desde que não desejem a morte de ninguém, ajuda a crescermos como sociedade. O contrário disso se chama ditadura.

01 março 2015

Diferenças e tolerância



Todo mundo sabe que sou fã da tecnologia, é meu instrumento de trabalho e defendo sempre o bom uso na vida pessoal e profissional. Nisso estão incluídas as redes sociais. Mas elas tem sido, a meu ver, uma faca de dois gumes. Pelo amplo poder de abrangência que têm, rapidamente podem servir para o bem ou para o mal. Podemos construir ou destruir nossa imagem com extrema facilidade. Podemos espalhar ideias construtivas ,divulgar o que julgamos pertinente, instigar reflexões,usá-las como instrumento de democracia, discutindo posições que defendemos ou das quais discordamos. No entanto, o que observo é muito preocupante. Poucas são as pessoas que fazem críticas "imparciais" e têm tolerância com as diferenças. O que se vê em geral é a velha história da"maria vai com as outras". No que se refere ao sério momento político que estamos vivendo, temos aí um bom exemplo disso.Parece que as pessoas não conhecem ou não viveram a história, que aí está para ensinar a não repetir os mesmos erros. O problema em questão não é trocar o sujo pelo mal lavado, mas resolver os problemas na sua raiz, que estão na falta de ética e educação. Em cada cidadão que frequentemente comete pequenos ou grandes atos de corrupção no seu cotidiano e depois cobra dos outros idoneidade moral. É por isso que louvo a iniciativa do Grenal de hoje. Precisamos aprender a ser civilizados e conviver com as diferenças. Precisamos lutar, com paz. Precisamos mudar com consciência. Precisamos criticar com argumentos consistentes. O caminho é longo...

01 setembro 2013

Social learning está na moda – agora também no celular

 

A rede social educativa Brainly ao passar 100 000 usuários cadastrados lança uma app para iOS e Android


O Brainly, uma rede social educativa serve para que os alunos do ensino fundamental, médio e superior possam se ajudar uns aos outros, tirar dúvidas ou simplesmente verificar o conhecimento de alguma matéria escolar fazendo ao mesmo tempo novas amizades. Graças a vários tipos de rankings e um sistema de pontos, os elementos de gamificação são incorporados no processo de aprendizagem e fazem com que o estudo se torne um jogo. Como mostram os primeiros meses não faltam pessoas realmente anciosas para ajudar os outros – para a maioria dos usuários a caça a uma pergunta à qual querem dar a melhor resposta é um verdadeiro divertimento. Agora podem fazer isso tudo através do celular pois o grupo lançou uma aplicação móvel para iOS e Android.

- Com a criação da app queríamos facilitar um acesso rápido ao conhecimento. Queríamos dar aos nossos usuários a possibilidade de usar o serviço não só em casa, mas também na biblioteca, na sala de leitura, durante a viagem ou no caminho para a escola. A aplicação não só enforça o fator social, mas também apoia a rivalidade. Além disso, o usuário pode estar sempre atualizado com aquilo que está acontecendo no site e no perfil dele – diz Łukasz Haluch, um dos fundadores.

Como funcionam as apps?
Graças às apps, tirar as dúvidas e ajudar os outros a estudar se tornou ainda mais fácil e rápido. Uma grande vantagem da app sobre o portal é que se pode tirar uma foto com o celular e anexá-la diretamente à pergunta. Através da aplicação os usuários podem filtrar as perguntas segundo matéria e grau de escolaridade e também têm acesso a todas as suas perguntas e respostas. Nos portais do grupo Brainly, 80% das perguntas recebem resposta dentro de 10 minutos – graças às apps os usuários recebem a notificação sobre a explicação das suas dúvidas onde quer que estejam.

Em apenas alguns meses o Brainly no Brasil ganhou mais de 100 mil cadastrados, e tendo cerca de 450 mil visitas mensalmente está constantemente crescendo passo a passo criando o maior sistema de aprendizagem colaborativa do país.

Sobre Brainly.com

É um grupo de serviços de social learning cujo objetivo é criar um espaço online onde os alunos possam estudar juntos, trocar ideias e ao mesmo tempo conhecer pessoas novas. O primeiro serviço foi criado na Europa em 2009 e rápidamente ganhou popularidade tanto entre os alunos como os professores. Neste momento ao grupo pertencem os seguintes portais: Zadane.pl (Polónia), Znanija.com (Rússia, Ucrânia e outros países russófonos), E-aufgabe.de (Alemanha), Misdeberes.es (Espanha, México e América do Sul), NosDevoirs.fr (França), Eodev.com (Turquía) e Brainly.com.br (Brasil). Em conjunto, o portal é usado por 12 milhões usuários únicos por mês em mais do que 19 países. Mais informações: http://brainly.com/



Aqui os links para baixar o APP



Eu já baixei no meu Smartphone e achei muito bacana. Em menos de 1 minuto alguém já deu a resposta ao que eu perguntei. 

18 junho 2013

Redes sociais mobilizam o país


O país vive um momento histórico. Foi-se o tempo em que uma Copa do Mundo alienava o povo em frente a TV, enquanto por trás dos bastidores o governo agia em silêncio. Estamos em novos tempos, em que a TV perdeu ou dividiu  espaço com as redes sociais. Reproduzo abaixo um texto imperdível do professor José Carlos Antônio, que faz uma reflexão importante sobre a força das redes sociais .

"Fim de madrugada, começo de um novo dia... Talvez com um Brasil um pouco diferente. Quem sabe...

Aproveito o finzinho da madrugada para refletir sobre como os políticos atuais se parecem com muitos professores que desprezam as TIC por crerem que "não precisam dela". Claro, isso é um recorte. Mas é meu recorte da madrugada e, como você verá abaixo, são esses recortes que constroem o mundo novo onde estamos agora.

Nossos políticos e seus governantes (sim, aqueles que governam os políticos), também desprezam as redes sociais. Talvez por serem sociais, o que lembra "povo", talvez porque não acreditem que a internet possa fazer frente aos seus "pelotões de choque midiáticos", sustentados por vantagens e altas verbas publicitárias e donos de "marcas jornalísticas", revistas, jornais de grande (?) circulação e "profissionais da mídia" pagos para "colocar panos quentes", enfatizar certos termos como "baderneiros", "vândalos", etc., e continuar ocultando suas "vergonhas", digamos assim.

Não ocorre a esses políticos que por trás de centenas de milhares de computadores anônimos estão pessoas de todo tipo, muitas delas mais bem formadas e informadas que a própria "máquina de inteligência" dos governos. Não ocorre que essas pessoas não podem ser caladas na base da porrada, das bombas e balas de borracha. Não ocorre que essas pessoas constituem hoje um canal de expressão livre que eles não podem comprar. São pessoas que não querem receber nenhum dinheiro para registrar, opinar e divulgar os fatos que antes podiam ser bem mais facilmente escondidos.

Os celulares, que alguns governos querem proibir nas escolas, e contam para isso com o apoio de muitos professores, são agora ferramentas de registro que não permitem mais que atrocidades sejam feitas às escondidas. Podemos ver quem deu o primeiro tiro, atirou a primeira pedra, iniciou a confusão. Em instantes essas imagens estão na rede e viajam o mundo. Agora a vergonha é pública. Não dá mais para esconder. Pessoas lúcidas e que não têm um pauta determinada pelos donos das grandes corporações jornalísticas analisam, opinam e se posicionam. E ninguém pode mais impedi-las.

A rede registra a história, a seu modo, e de forma indeturpável. A história agora não é mais como nos "livros de antigamente", que só tinham uma versão. Ah se os negros, os índios e todos os desgraçados de gerações anteriores tivessem celulares e internet... Como não seriam as aulas de história hoje?

Assim como alguns professores jurássicos que acreditam que a tecnologia, as redes sociais e as mudanças de paradigmas "são coisas que não lhes interessam", esses políticos também estão perdendo sua clientela. Professores e políticos arrogantes e egoístas, que só enxergam a si mesmos e "seus planos de aposentadoria", correm juntos o risco de serem "exonerados pela clientela".

Talvez esse momento sirva como uma boa oportunidade de reflexão para ambos: não se pode desprezar as pessoas e o andamento da história. Porque a história são as próprias pessoas andando no tempo e criando fatos. O país somos todos nós. A escola são todos os alunos. Professores e políticos são apenas servidores e deveriam servir ao invés de serem apenas servidos.

As redes sociais e as tecnologias digitais não são mais "apenas brinquedinhos da molecada", são armas letais e "muito legais", que lançam luz contra aqueles que vivem escondidos nas sombras. Aprendam isso políticos! Ensinem isso, professores!"

17 abril 2013

Rede Social Educacional Brainly na versão português




Olha só, mais uma novidade em rede social, mas essa é específica para educação. Vale conferir!

Desde novembro os alunos brasileiros e portugueses podem se juntar a uma rede social educativa brainly.com.br – um portal que promove a compartilhação de conhecimento e ajuda mútua em estudos escolares 

Social learning, gamificação e apoio à educação - estes são os principais conceitos do Brainly que criando um ambiente de aprendizagem mútua e colaboração possibilita estudo fácil e rápido para os alunos de ensino fundamental e médio. Graças aos elementos de gamificação como rankings, níveis ou um sistema de atribuição de pontos, Brainly encoraja participação ativa na explicação de questões difíceis, porque os utilizadores – para serem ajudados – também têm de ajudar os outros. Os fundadores querem mostrar que a escola, trabalhos de casa e estudo podem dar prazer e satisfação pessoal. 
Como o Brainly funciona? 
Para cumprir as expectativas de ambos os mercados, o Brainly.com.br está disponível em português do Brasil e português europeu, enquanto o conteúdo é comum para que os alunos de Portugal e os do Brasil possam trabalhar e colaborar juntos. Cada usuário depois do cadastro recebe um certo número de pontos que precisa gastar cada vez que faz uma pergunta no portal. Para ganhar pontos os alunos devem ajudar as outras pessoas, não necessariamente na mesma matéria. Além disso, os melhores alunos recebem pontos adicionais por darem uma resposta clara, completa e com uma boa explicação. Da alta qualidade de todas as respostas cuidam os especialistas – os moderadores. O botão “Obrigado” possibilita agradecimento pessoal e pode ser um início de uma nova amizade que se pode desenvolver através de mensagens privadas ou bate-papo. Com esta ideia de ajuda mútua com os estudos em um ambiente de colaboração e amizade os fundadores querem chegar às crianças de todos os países no mundo. 
O que acham os alunos? 
Um dos usuários do Brainly.com.br, hbrennog (18 anos), disse: “Acho [o site] ótimo, porque sempre é melhor estudar em grupo, o aprendizado é mais descontraído e memorável, e os alunos aprendem de verdade!”
Sobre o Brainly.com 
É um grupo de serviços de social learning cujo objetivo é criar um espaço online onde os alunos podem estudar juntos, trocar ideias e ao mesmo tempo conhecer pessoas novas. O primeiro serviço foi criado em 2009 e rápidamente ganhou popularidade tanto entre os alunos como entre os professores. Neste momento ao grupo pertencem os seguintes portais: Zadane.pl (Polônia), Znanija.com (Rússia, Ucrânia e outros países russófonos), E-aufgabe.de (Alemanha), Misdeberes.es (Espanha, México e América do Sul), NosDevoirs.fr (França), Eodev.com (Turquía) e Brainly.com.br (Portugal e Brasil). Em conjunto, o portal é utilizado por mais do que 10 milhões de usuários únicos por mês em 19 países.
 Mais informações: www.brainly.com 

05 setembro 2012

Redes Sociais e a Cidadania

Há tempos sabemos que a Web 2.0 mudou os hábitos sociais, a vida pessoal de  quase todos nós, mesmo que muitos nem saibam o que a expressão signifique. E quando se fala em redes sociais, estamos nos referindo ao maior fenômeno que revolucionou o dia a dia das pessoas. Mesmo as menos incluídas digitalmente, com poucos conhecimentos técnicos sobre ferramentas interativas, tem sua conta no facebook, twitter ou outras redes. Isso não significa que toda mudança provocada tem sido para melhor. Venho pesquisando e observando comportamentos nas redes há bastante tempo, até porque elas sáo meus instrumentos de trabalho. E tenho visto de tudo. Gente que fica gastando tempo com inutilidades que levam a nada, expondo alguns detalhes de sua vida pessoal e a dos outros que deveriam ficar nos limites de suas casas. Nunca se "falou" tanto  de forma escrita. Muitas abobrinhas também , mas muita mobilização e discussão que vem balançando  e provocando mudanças pelo poder avassalador do alcance das redes. Basta citar o exemplo da adolescente de 13 anos que criou um Diário de Classe para relatar situações positivas e negativas das escolas públicas, especialmente a sua, exigindo direitos e ganhando milhares de seguidores. Em pouco tempo, ganhou visibilidade nacional e mundial, provocou longos e numerosos debates e várias das mudanças exigidas. No ano passado estive participando do Twitter Mix, em Bento Gonçalves, que reuniu usuários da rede social de diversos setores da sociedade: empresários, jornalistas, comunicadores, educadores e políticos. Discutimos o impacto das redes na vida social. Lá estava também Manuela D`Ávila(  ) que elegeu-se no primeiro mandato com uma votação muito expressiva utilizando de forma pioneira o Orkut (na época a rede em maior evidência). Segundo seu relato, foi duramente criticada na época, acusada de perder tempo ao invés de trabalhar usando a internet e hoje,  pouco tempo depois, o político que não tem conta em rede social é o criticado. Isso porque é o canal mais direto com o eleitor, que poderá fazer cobranças ao longo do mandato e não ser visto  e lembrado  apenas na hora do voto. 


As redes sociais podem ser ferramentas para  a educação e o exercício da cidadania, como citei nos exemplos acima. Mas quero dedicar esse post especialmente a outro episódio que está ocorrendo com jovens da minha cidade Nova Bassano e Nova Prata (orgulho deles) e engajando muita gente da região e a mídia: jornais, tv, web, rádios. A causa em questão  é o péssimo estado da rodovia ERS 324 que tem  colocando em risco vidas, vitimado outras e causando muitos prejuízos nos veículos. Foi criada , através do Facebook, uma página para mobilizar as pessoas para a manifestação pela melhoria da citada rodovia, que vai ocorrer na manhã de sexta-feira, feriado de 7 de setembro, entre as duas cidades. Eu apoio a iniciativa e peço que meus amigos, seguidores, leitores divulguem e participem. Precisamos exigir nossos direitos, afinal pagamos impostos para isso. 
Meu filho Tadeu (orgulho dele) também  é um bom exemplo, usando o twitter para cobrar dos políticos. Vejam:

@BetoAlbuquerque bom dia. Como está a situação do trecho Veranópolis-Nova Araçá?? As obras vão continuar?

RESPOSTA

Beto Albuquerque @BetoAlbuquerque

@tadeufiorentin Contrato de 9 milhões totalmente pactuado. Tudo com a Concresul! Restauro Veranópolis/Nova Prata/Nova Araça tem q continuar,

Algum tempo depois ...
@BetoAlbuquerque por que as obras de restauração do trecho Nova Bassano/Nova Prata pararam? Isso aqui está um verdadeiro CAOS.

Tadeu Fiorentin @tadeufiorentin

@BetoAlbuquerque em últimos casos, se o Estado não consegue manter a estrada, que privatizem. Melhor pagar pedágio que correr risco de vida.

RESPOSTA DO BETO:

Beto Albuquerque @BetoAlbuquerque

@tadeufiorentin Parou porque o Daer ta averiguando possivel irregularidade e má execução da obra.Foi dado prazo p esclarecimento da empresa
Então pessoal, fica a dica! Exerça cidadania! Use o seu poder , seja o sujeito da história.

 "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer." Geraldo Vandré

07 setembro 2011

Um Breve Histórico da nossa Conecto-Dependência...

Vídeo excelente, que mostra a realidade dos dias atuais em relação à tecnologia com uma explicação científica. Por que no Brasil o povo tem tanta afinidade com redes sociais? Veja e reflita. Texto é do Rafael Parente.





Por essas e outras que iniciei um trabalho com todos alunos do colégio em que trabalho sobre Cidadania Digital.


22 julho 2011

Twitter Mix

Nesse final de semana acontece o Twitter Mix 2011, a realidade em 140 caracteres,  aqui  na Serra Gaúcha, em Bento Gonçalves.  Evento imperdível, tão imperdível que vou me mandar pra lá. Sorte a minha de morar pertinho. O evento mistura palestras, oficinas, turismo. Eu vou aproveitar parte da programação, mas  já vai valer a pena. Além de tudo, o encontro com amigos como Sônia Bertocchi que vai palestrar sobre Redes Sociais na escola e José Roig, administrador do blog Educatube, não tem preço, só para citar dois exemplos. Léa Fagundes, nosso "papa" da tecnologia também estará lá falando do projeto UCA, além de Manuela D' Ávila e Adão Vilaverde da política, André Machado e Tão Gomes do Jornalismo, Volney Faustini do setor empresarial. Também haverá oficinas de gastronomia e fotografia, passeios  no trem Maria Fumaça e no Vale dos Vinhedos. Se você ficou aí com água na boca e não pode ir, contente-se com a transmissão online. Acesse aqui.

21 junho 2010

Proteção nas redes sociais

O site do Canal Futura conversou com o psicólogo e diretor de segurança da Safernet Brasil, Rodrigo Nejm e preparou 10 dicas de segurança para você.


1. Pense duas vezes antes de publicar – Lembre-se de uma rede social é um espaço público e que toda informação que você colocar lá vai ficar disponível para grande parte dos usuários. São amigos dos amigos dos amigos... No Orkut, por exemplo, são 35 millhões de cadastros. Por isso é muito importante pensar bem no tipo de informação que vai publicar e evitar exposição desnecessária. Vale lembrar que depois de publicar algo, é impossível voltar atrás. Você pode até apagar mensagens e fotos, mas não dá pra evitar que alguém já tenha salvado isso. A regra vale para todo tipo de informação. Afinal, você não distribui seu endereço, fotos e telefones pra qualquer um na rua, então, por que fazer isso na internet?
2. O que não deve ser publicado (de jeito nenhum) – Evite divulgar seu sobrenome, dê preferência para apelidos. Nunca publique seu telefone ou endereço (nem em recados para amigos, pois nem sempre o perfil deles é privado). Também é importante não deixar mensagens públicas com detalhes e lugares onde você vai estar. As redes sociais facilitam o vazamento de dados que você não forneceria normalmente. Basta um descuido para que um desconhecido possa usar essas informações de forma indesejada.
3. Selecione sua rede de amigos – Não saia adicionando qualquer pessoa que aparece só para ter mais amigos e parecer popular. Se você aceitar na sua rede apenas amigos (os do mundo real), suas informações estarão mais seguras. Em caso de ser abordado por algum perfil suspeito, configure sua conta para bloquear este contato.

4. Configure suas opções de privacidade – Cada vez mais, os sites de relacionamento estão oferecendo mais controle de privacidade para os usuários. Leia com atenção as opções e torne o seu perfil o mais discreto possível. É bom lembrar que as configurações de privacidade são importantes, mas não são infalíveis. Por isso, é tão importante seguir todas as dicas.
5. Leia os termos de uso – Procure conhecer bem o site e a sua política de privacidade. Está tudo lá nos termos de uso, o problema é que ninguém lê. O sucesso das redes sociais chamaram a atenção das empresas e os sites querem usar seus dados para divulgar e vender produtos para você. Houve o caso polêmico do Facebook, que recentemente vendeu as informações dos usuários para agências de publicidade, a fim de desenvolverem anúncios personalizados. Quem não quer que as suas informações sejam divulgadas, podem recusar, indicando isso no termo de uso. Mas como ninguém lê...
6. Atenção com os links – Muito cuidado ao clicar em links recebidos por amigos e desconhecidos. Eles podem ser falsos e causar a maior dor de cabeça (muitas vezes, o amigo que enviou o link nem sabe disso). Para evitar problemas, rejeite links que pedem para instalar alguma coisa ou que sejam arquivos executáveis (dá pra saber prestando atenção no final “.exe”). Na dúvida, é melhor não aceitar. Se o link foi enviado por um amigo, não custa confirmar com ele antes. Quando o link for de alguma empresa, abra outra janela do navegador e compare se o endereço é oficial. Isso evita que você caia em sites clonados.
7. Cuidados no trabalho - Lembre-se de que assim como os 35 milhões de usuários do Orkut, sua empresa também pode estar de olho no conteúdo que você coloca nas redes sociais. Por isso, não jogue informações do trabalho da rede e nunca – mas nunca mesmo – fale que você odeia o seu chefe. Incidentes de vazamento de dados acontecem e podem ser motivo de repreensão e até demissão.
8. Restrição no acesso às fotos – O ideal é não publicar nenhuma foto sua. Se você não resiste, use as que não facilitem seu reconhecimento, nem endereços ou nome dos lugares que você frequenta.
9. Troque sua senha periodicamente – Escolha senhas mais complexas e as troque frequentemente. Nada de usar datas de aniversário, nome de parentes ou animais. Nem como senha, nem como recurso de lembrete. Essas coisas são fáceis de descobrir.
10. Promova as boas maneiras – Para tornar a internet um ambiente mais seguro, comece por você mesmo. Não faça na internet o que você não faria no mundo real e, em caso de encontrar conteúdos suspeitos, denuncie. Você pode fazer isso no próprio site de relacionamento ou no site www.denuncie.org.br.


Fonte: Canal Futura

Baixe  vídeos do Canal Futura, clique na imagem para saber mais.

futura

11 fevereiro 2010

Google Buzz

O Google vem com mais uma novidade, o Buzz, uma espécie de rede social, associada ao Gmail. Você pode seguir ou ser seguido, compartilhar outros sites como Picasa, Twitter, Flick, blogger, etc. Parecido com twitter e facebook, mas com a vantagem de não ter limite de 140 caracteres. Pode publicar fotos, links, pode ser comentado também. Parece ser interessante. Eu,como uso muito o google e suas várias ferramentas, estou lá testando - http://www.google.com/profiles/marlidf . Achei bem prático porque com a mesma senha temos acesso a muitas ferramentas. Vale testar!